KITSCH FOR DUMMIES : manual de instruções para novos usuários

KITSCH FOR DUMMIES : manual de instruções para novos usuários

Comentários desativados em KITSCH FOR DUMMIES : manual de instruções para novos usuários

A pesquisa analisa o kitsch, através de estudos de caso. Após seu surgimento, durante
a modernidade, as mudanças comportamentais e artísticas desenvolveram duas classes, e com
elas, dois produtos de consumo: a vanguarda e o kitsch. Porém é na pós-modernidade que ele
tem seu reconhecimento. A estética presente na arte e nas diversas formas de consumo, fazem
parte de um estilo resistente. Este trabalho apropria-se da linguagem de um manual de
instruções; com base nos teóricos Clement Greenberg, Abraham Moles, Hal Foster, Rozalind
Krauss, Marshall Berman, David Harvey, Clara Irazabal e outros, para construir o percurso do
kitsch até os dias atuais.

Arte e valor: considerações sobre o objeto de arte como mercadoria

Arte e valor: considerações sobre o objeto de arte como mercadoria

Comentários desativados em Arte e valor: considerações sobre o objeto de arte como mercadoria

Ao longo do século vinte, o campo das artes visuais sofreu inúmeras transformações
tanto na maneira de se produzir e pensar o objeto artístico, quanto sua
comercialização e absorção por parte do público. O objeto de estudo deste trabalho
consiste na análise da criação artística em três períodos distintos, nos quais há um
estreitamento entre a concepção do produto artístico, pleno de simbolismo, e a
noção de mercadoria. O primeiro momento analisado discorre sobre a obra de
Marcel Duchamp, primordialmente, os readymades. Em um segundo instante, são
analisadas artistas e obras da década de 1960, partindo dos movimentos Pop Art e
Conceitualismo, período em que a barreira entre arte e vida é rompida. A última
etapa explorada é a arte feita sobretudo nos anos 1990 até os dias de hoje. Artistas,
como Damien Hirst e Ai Weiwei são citados como expoentes da visão produtivista e
globalizada do sistema de arte na contemporaneidade. Esse estudo ambiciona
avaliar a relação do artista e sua inserção em redes e instâncias de consagração,
juntamente com a manipulação econômica do objeto artístico como um signomercadoria.

Arte Contemporânea e Coletivos de Artistas. Apontamentos sobre ações do OPAVIVARÁ!

Arte Contemporânea e Coletivos de Artistas. Apontamentos sobre ações do OPAVIVARÁ!

Comentários desativados em Arte Contemporânea e Coletivos de Artistas. Apontamentos sobre ações do OPAVIVARÁ!

Nesta monografia de conclusão de curso, a arte contemporânea foi abordada na perspectiva de coletivos de artistas, suas relações com a cidade e com o público. Possíveis definições e configurações foram aqui apontadas para composição de grupos de artistas visuais no Brasil e especificamente na cidade do Rio de Janeiro, local importante no sistema de arte nacional e também cidade em que a pesquisadora reside. Um levantamento histórico de alguns coletivos foi feito sendo trazidas as experiências dos coletivos RRRadial, Atrocidades Maravilhosas e Imaginário Periférico, seguidas das duas séries de eventos fundamentais para a compreensão deste circuito – Zona Franca e Orlândia – também por serem espaços coletivos de experimentação de uma primeira geração de artistas deste século XXI. Em seguida, foram levantados alguns dados históricos sobre Grupo UM e Grupo PY, formado por artistas de uma geração posterior aos três primeiros coletivos estudados e que deram origem ao OPAVIVARÁ!, estudo de caso da pesquisa.

Entre a imagem e o olhar: visitas guiadas em museus, heterotopia e poder

Entre a imagem e o olhar: visitas guiadas em museus, heterotopia e poder

Comentários desativados em Entre a imagem e o olhar: visitas guiadas em museus, heterotopia e poder

Neste estudo analisamos as narrativas que se constroem durante o processo de visitas guiadas
em exposições de museus de arte, evidenciando as relações de poder que se estabelecem nesse
território tido por alguns como o lugar por excelência das artes visuais. Para tanto, buscamos
compreender a instituição-museu, levando em consideração seus departamentos, suas
respectivas atividades cotidianas bem como a forma como a audiência se relaciona com essas
questões. Para elucidar nossa discussão teórica, realizamos análises de visitas guiadas nos
principais museus da região do Rio de Janeiro – Museu Nacional de Belas Artes (MNBA),
Museu de Arte do Rio (MAR) e Museu de Arte Contemporânea de Niterói (MAC-Niterói).

O museu como agente de sensibilização e representação sócio-cultural local

O museu como agente de sensibilização e representação sócio-cultural local

Comentários desativados em O museu como agente de sensibilização e representação sócio-cultural local

Trata-se de uma análise acerca do potencial do Museu de Arqueologia de Itaipu/ Museu Sócio Ambiental de Itaipu de sensibilização e representação sócio-cultural local, através de ações voltadas à legitimação das comunidades tradicionais da região. Torna-se possível estruturar as novas perspectivas do MAI/MUSAI dentro dos pilares da Nova Museologia, a partir do desenvolvimento teórico dos conceitos museológicos e da consolidação da conjuntura atual. A formação e consolidação da relação museu-comunidade, bem como as condições históricas que a influenciam diretamente, são apresentadas em fontes documentais e relatos de representantes, tanto do Museu, quanto das comunidades.

Sobre o espectador e a obra de arte: da participação à interatividade

Sobre o espectador e a obra de arte: da participação à interatividade

Comentários desativados em Sobre o espectador e a obra de arte: da participação à interatividade

Pode-se considerar como intenção deste texto, compor uma pesquisa e abordagem generalizada dessa estética relacional, norteadora da poética nas artes visuais no último século. No primeiro capítulo iniciamos com a configuração de um contexto histórico, mencionando o incipiente desvio realizado pelo movimento impressionista em relação às artes clássicas. A crise da representatividade dava seus primeiros sinais e a interpretação subjetiva da obra pelo observador tornava-se cada vez mais importante no processo criativo. Até que o crucial surgimento do movimento dadaísta revolucionou o mundo das artes ao criticar o posicionamento dos autores, das instituições artísticas e dos especialistas como detentores da legitima fruição. O baque de Duchamp e seus colegas foi decisivo para um reformulação definitiva da tríade autor-obra-espectador. Para maior fundamentação, discorremos no terceiro subcapítulo sobre a teoria da obra aberta de Umberto Eco, uma reflexão teórica sobre essas mudanças artísticas.

A imagem do Negro na  fotografia; poéticas e devires.

A imagem do Negro na fotografia; poéticas e devires.

Comentários desativados em A imagem do Negro na fotografia; poéticas e devires.

Esse trabalho tem o objetivo de evidenciar a valorização da
cultura negra através das artes, partindo de um estudo da fotografia no Brasil e as imagens do negro na era contemporânea como evolução de suas representações na cultura brasileira. O trabalho contém um recorte da produção contemporânea da fotografia e de suas imagens do negro na sociedade.

Tomie Ohtake e o Abstracionismo Informal no Brasil

Tomie Ohtake e o Abstracionismo Informal no Brasil

Comentários desativados em Tomie Ohtake e o Abstracionismo Informal no Brasil

O presente trabalho tem como proposta delinear a trajetória da artista plástica Tomie Ohtake, partindo da análise do Abstracionismo Informal no Brasil e no mundo, e considerando as origens deste estilo a partir do Expressionismo Alemão, quanto os artistas e movimentos precursores à artista.

Grafite x Pichação: uma análise dos paradigmas estéticos e sociais

Grafite x Pichação: uma análise dos paradigmas estéticos e sociais

Comentários desativados em Grafite x Pichação: uma análise dos paradigmas estéticos e sociais

“Grafite x Pichação: uma análise dos paradigmas estéticos e sociais” trata-se de um estudo fundamentado em pesquisas bibliográficas, entrevistas e depoimentos de interventores urbanos na busca da visão sociológica e comparativa permeando pelas questões históricas, estéticas e ideológicas. Separado em três capítulos, a pesquisa pretende através da análise do discurso de agentes inseridos no universo artístico urbano, demonstrar que, embora somente no Brasil as práticas urbanas não respondam sob o mesmo ponto de vista legal – pois a pichação é crime e grafite é legalizado -, eventualmente há menos divergências entre ambas do que nos supõe o senso comum.