Teatro Infantil – História, Reflexões e Caminhos

Teatro Infantil – História, Reflexões e Caminhos

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Este trabalho apresenta um panorama histórico do teatro infantil no Brasil e no mundo e aponta reflexões pertinentes ao teatro infantil como obra de arte e como produto cultural inserido na sociedade brasileira. Para a realização do estudo utilizou-se o método de revisão e compilação bibliográfica, somado à análise do cenário atual do teatro infantil, principalmente no eixo Rio-Niterói.

Teatro Musical Brasileiro na primeira década da Ditadura Militar.

Teatro Musical Brasileiro na primeira década da Ditadura Militar.

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O tema discutido neste trabalho é o teatro musical brasileiro, suas origens e,
principalmente, sua influência durante o período em que os militares estiveram no
poder. Os anos de Ditadura Militar no Brasil foram imprescindíveis para o nascimento
de um novo estilo de teatro no Brasil. As mudanças ocorreram, em especial, no gênero
do teatro musical e foi esse o principal norteador da pesquisa. A censura,
inevitavelmente, tornou-se, também, um objeto de estudo e discussão neste trabalho
pelo fato de ter sido o principal obstáculo dos artistas durante esse período, além de ter
sido algo extremamente influenciador para os resultados finais de cada obra. O público
teatral dividia-se entre os de direita, que eram contrários ao teatro engajado e de
resistência apresentado nessa época, e os de esquerda, que apoiavam essa revolução
artística, e é com essas características divergentes que a crítica da época se embasava.
Essa pesquisa percorre os conceitos de estudiosos sobre o tema e baseia-se em críticas e
textos teatrais da época.

Revista, Broadway e Rio de Janeiro. Desafios e conquistas do mercado contemporâneo dos musicais cariocas

Revista, Broadway e Rio de Janeiro. Desafios e conquistas do mercado contemporâneo dos musicais cariocas

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O casamento entre música e teatro no Brasil remete diretamente ao teatro de revista, um gênero alegre e irreverente que dominou os palcos cariocas desde o final do século XIX. Sua história encontra eco atualmente no gênero do teatro musical, que desde 2001 vem passando por um grande processo de evolução técnica e artística. Hoje o Rio de Janeiro é um polo na produção de musicais, tendo como grande destaque os espetáculos Tim Maia – Vale Tudo, O Musical, O Mágico de Oz e Rock in Rio – O Musical, todos contemporâneos e ao mesmo tempo tão diferentes entre si. O mercado dos musicais é um terreno fértil de criação e negócios, já alcançou muitas conquistas, mas ainda possui desafios a superar.

Memória da dança: importância, registro, preservação e legado

Memória da dança: importância, registro, preservação e legado

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A dança é uma arte efêmera, no momento em que ela se realiza ela também se desfaz, ficando presente somente na memória de quem a presenciou. Este trabalho se objetiva a pesquisar como e por que é importante preservar a memória e a história da dança, detalhando suas formas existentes de registro, mapeando os seus acervos, refletindo sobre como se estabelece a transmissão de seu conhecimento para as gerações futuras e considerando o corpo do bailarino como o principal lugar de memória desta arte.

Entre um passo e outro: Estudos de público do Balé Clássico e da Dança Contemporânea na cidade do Rio de Janeiro

Entre um passo e outro: Estudos de público do Balé Clássico e da Dança Contemporânea na cidade do Rio de Janeiro

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A dança consagrou-se como arte através do balé clássico, no século XVII, mas após o
desenvolvimento da dança moderna, na metade do século XX que a dança contemporânea surge.
Frente há anos de existência do balé contra o amadurecimento do contemporâneo…

De Walter Pinto a Claudio Botelho e Charles Möeller: A retomada do teatro de revista no Século XXI

De Walter Pinto a Claudio Botelho e Charles Möeller: A retomada do teatro de revista no Século XXI

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O Teatro de revista foi um gênero teatral que marcou a década com jeito irreverente de tratar os temas cotidianos da sociedade brasileira. Este período foi marcado por grandes diretores, mas o que mais se destacou foi Walter Pinto. Walter Pinto conseguiu inovar a cena teatral da época através de suas “ideias grandiosas”. Este período entrou em decadência e somente depois em meados do século XXI houve uma retomada nesse sentido. Representado pela dupla Claudio Botelho e Charles Möeller essa retomada foi grandiosa e espetacular, exemplificado na montagem chamada Sassaricando – E o Rio inventou a marchinha.

Z.É. – Zenas Emprovisadas. Reflexões sobre teatro, obra aberta e humor

Z.É. – Zenas Emprovisadas. Reflexões sobre teatro, obra aberta e humor

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Artistas, produtores, gestores culturais: seja qual for seu vínculo com o objeto artístico-cultural, a intenção é difundir a obra e colocá-la em contato com seu “destinatário”, em usufruto pelo público, espectador, usuário, visitante (ou qualquer que seja a pessoa que está “do outro lado” para recebê-la). O desfrute de determinada obra, a apropriação desta por parte do público, pode ser estimulado de diversas formas. No caso da peça “Z.É. – Zenas Emprovisadas”, objeto de análise deste estudo, inclui-se o fato das pessoas participarem diretamente de sua concretização e da peça abordar, através do humor, situações sugeridas e (muitas vezes) vivenciadas por elas. A hipótese é a de que o êxito do fenômeno “Z.É.” se insere numa conjuntura de maior vínculo entre obra e fruidor, relacionada com as transformações na forma de experimentar tempo e espaço, caracterizada pela velocidade e instantaneidade. A metodologia utilizada foi uma reflexão teórica, perpassando questões como: a interação entre obra e público na contemporaneidade; o teatro como a arte da relação; a improvisação teatral; o humor como meio de pensar a vida cotidiana; e também como se estrutura o espetáculo e como se realiza em termos de produção.