NITERÓI E SEU “CAMINHO” PARA A MODERNIZAÇÃO.

NITERÓI E SEU “CAMINHO” PARA A MODERNIZAÇÃO.

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Este trabalho tem como foco o estudo do Caminho Niemeyer e sua relação com a cidade de Niterói e os moradores desta, através dos conceitos de território e territorialidades. Inicia-se pela análise dos planos urbanísticos aplicados na cidade desde o século XIX até a construção do Caminho. Dessa forma, o trabalho traz discussões sobre as atuais intervenções urbanísticas e os novos modelos de cidade e suas consequências sociais, tais como a espetacularização dos espaços das cidades e o marketing urbano ou city-marketing. Apresenta, também, críticas sobre o objeto deste trabalho, olhando-o sob a luz da sociabilidade e do pertencimento, questionando sua função social e cultural.

Cidades Criativas: a construção de um ideário e sua influência na cidade do Rio de Janeiro

Cidades Criativas: a construção de um ideário e sua influência na cidade do Rio de Janeiro

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O ideário das ‘cidades criativas’ está presente, em nível internacional, nas agendas das
cidades e tem sido apropriado por alguns atores públicos e privados no Rio de Janeiro, num
momento em que a cidade se prepara para receber grandes eventos, como Olimpíadas e Copa
do Mundo. Reconhecer quais ideias de cidade estão surgindo na apropriação e adaptação
deste ideário no território da cidade do Rio de Janeiro é de grande relevância, já que , segundo
a gestão municipal, este está sendo ‘requalificado’ na presente ocasião. Nos atuais processos
de franca transformação urbana, é notável a tentativa de construir uma imagem de cidade ‘boa
para os negócios’. Nesse sentido, é importante identificar as disputas simbólicas travadas
entre os diferentes atores por sua ação no território, assim como as percepções dominantes
que influenciam a construção e afirmação do ideário de ‘cidade criativa’ e as relações com o
chamado ‘momento Rio’. Para tanto, este trabalho realiza o reconhecimento de alguns
sujeitos, ideias-força e processos que configuram o ideário, como a chamada ‘economia
criativa’, recorrendo à análise do discurso, suas orientações e intenções, além da identificação
das plataformas de sua difusão, com sua chegada ao Rio de Janeiro. A partir da desconstrução
do ideário, buscamos perceber como a versão carioca de ‘cidade criativa’ vem se
configurando no território, quais disputas estão sendo travadas e as linhas dominantes de
entendimento do ideário. Com esse reconhecimento, por meio de pesquisa documental – seja
por eventos, matérias em jornais ou entrevistas – são desveladas imagens-síntese sobre a
relação entre ‘cidade criativa’ e megaeventos no Rio de Janeiro, que indicam a percepção da
‘cultura como plataforma de venda da cidade’. Este trabalho busca, portanto, contribuir para a
ampliação do debate contemporâneo em relação aos processos culturais urbanos,
principalmente no que diz respeito à construção do ideário de ‘cidade criativa’ e seus
impactos na cidade do Rio de Janeiro.

Engenharia do Entretenimento e Produção Cultural

Engenharia do Entretenimento e Produção Cultural

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O presente trabalho estabelece e potencializa os conceitos de Engenharia do Entretenimento e
Produção Cultural, fazendo uma análise da cultura de gerenciamento de projetos pelos
profissionais da área, provocando uma discussão sobre as metodologias, técnicas e
ferramentas usadas por tais profissionais em seus projetos, em especial, sobre o conhecimento
e a aplicação dos conceitos e ferramentas propostas pelo o PMBOK GUIDE.

Diagnóstico sobre gestão e usos de um equipamento cultural no interior da Bahia.

Diagnóstico sobre gestão e usos de um equipamento cultural no interior da Bahia.

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A pesquisa apresenta um diagnóstico sobre o Centro Cultural Ceciliano de Carvalho, principal
equipamento cultural de Senhor do Bonfim, cidade localizada na região norte da Bahia.
Foram investigados a gestão e usos do espaço de cultura, a partir de informações obtidas
através da pesquisa de campo, em entrevistas com gestores, artistas e produtores do
município. A análise da cena cultural bonfinense, feita através de pesquisa documental e
bibliográfica, antecede esta etapa. Foi diagnosticada a necessidade de reforma física,
equipamentos técnicos, equipe de trabalho, programação regular e, principalmente, efetivação
do protagonismo cultural no espaço. As 16 entrevistas realizadas forneceram dados para a
elaboração de um plano de ação para o Centro Cultural Ceciliano de Carvalho, tomando como
base o edital de Dinamização de Espaços Culturais, da Secretaria de Cultura do Estado da
Bahia (Secult-Ba). O trabalho apresenta como produto o blog Produção no Sertão, página na
qual foram disponibilizadas as entrevistas feitas durante a execução do estudo.

FICA: UM EVENTO SUSTENTÁVEL? Um estudo de caso baseado na Norma ISO 20.121

FICA: UM EVENTO SUSTENTÁVEL? Um estudo de caso baseado na Norma ISO 20.121

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Nesta monografia, trabalhamos os requisitos e problemáticas da Norma ISO 20.121 de Gestão para Sustentabilidade em Eventos, que foi baseada na BS 8901:2007 – Especificações para Sistema de Gestão de Eventos Sustentáveis , tomando como exemplo o FICA (Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental), o qual acontece anualmente em meados de junho ou julho na Cidade de Goiás. Para este estudo também foram usadas como referências, além da Norma ABNT NBR ISO 20121:2012, as teorias sobre eventos de Giacaglia, Martin e Zanella, e as teorias sobre eventos sustentáveis de Jones e da produtora cultural Isa Boechat. A escolha deste tema se deu após um curso sobre Gestão de Eventos Sustentáveis, no qual foram trabalhados os requisitos da Norma e seu conceito de desenvolvimento sustentável.

Compartilhando Cultura: Gestão compartilhada e Sistema Municipal de Cultura

Compartilhando Cultura: Gestão compartilhada e Sistema Municipal de Cultura

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O estudo aborda a temática da gestão compartilhada inserida no Sistema Nacional de Cultura. Foca-se no Sistema Municipal de Cultura e nas implicações da gestão compartilhada atreladas a esse, estudando o cotidiano do processo de construção de um Sistema de Cultura e seus desdobramentos, investigando como a gestão compartilhada proposta na cartilha do Sistema Nacional de Cultura se deu em uma experiência concreta – o caso de São Gonçalo – Rio de Janeiro. Anterior à explanação do estudo de caso formulou-se uma base teórica composta por literatura a respeito de política e gestão cultural, gestão compartilhada, gestão pública e participação, cultura política, e a relação destas duas últimas com o assunto cidade/município, além de, especificamente, pesquisar sobre a proposição da gestão compartilhada nos Programa Cultura Viva, Plano Nacional de Cultura e Sistema Nacional de Cultura e as referências necessárias para contextualizar a cidade de São Gonçalo. Compreendeu-se que a gestão compartilhada pode ser considerada adequada para gerir políticas públicas de cultura quando o cenário em que se exercita é favorável para isso, e que as características político-partidárias brasileira podem influenciar no processo de gestão compartilhada de maneira a limitá-la.

Antigas estações, novos espaços culturais.

Antigas estações, novos espaços culturais.

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O presente estudo buscou evidenciar um panorama sobre o objeto-conceito
”antigas estações, novos espaços culturais”. As possibilidades de avanço destes
estudos se demonstram variadas, em vista da intersetorialidade imanente às
próprias searas do conhecimento que envolvem o patrimônio cultural. Tratar do
objeto-conceito “antigas estações ferroviárias, novos espaços culturais” é produzir
subsídios para o estabelecimento de diálogo e parcerias entre ativistas,
pesquisadores, gestores culturais em geral; e de forma mais abrangente, entre
poder público, grupos concessionários, entidades civis sem fins lucrativos, e
comunidades afetivas e beneficiárias da premente refuncionalização do patrimônio
ferroviário brasileiro.

Patrocínio Cultural e as alternativas e soluções para o financiamento de novos projetos.

Patrocínio Cultural e as alternativas e soluções para o financiamento de novos projetos.

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O presente trabalho pretende analisar através do estudo de caso, o projeto RIO HIP HOP KEMP – festival internacional de dança de rua, em sua primeira edição realizada pela Burburinho Cultural em fevereiro de 2011, o atual cenário do mercado cultural brasileiro e as alternativas de financiamento encontradas para a realização de um projeto sem patrocínio. A pesquisa foi norteada por artigos e publicações de referência no cenário da economia da cultura nacional, de autores como Leonardo Brant e Ana Carla Fonseca Reis, que apontam a tendência do mercado a buscar novas alternativas de financiamento, principalmente a novos e pequenos projetos, saindo do tradicional subsídio público / privado.

PORTO (CRI)ATIVO: um estudo de caso da antiga fábrica Bhering

PORTO (CRI)ATIVO: um estudo de caso da antiga fábrica Bhering

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Utilizando como estudo de caso a antiga fábrica Bhering, localizada na região portuária da cidade do Rio de Janeiro e hoje transformada em espaço de criação e vivência artístico-cultural, esse trabalho se propõe analisar um dos processos de reestruturação urbana advindas de etapas socioeconômicas do século XX: o planejamento estratégico urbano, visto como um plano para promover a ascensão econômica de cidades através da reconfiguração desenvolvida nelas, tendo como base alguns pontos estratégicos. Tal planejamento, em andamento no atual mandato do prefeito Eduardo Paes, na cidade do Rio de Janeiro, concretiza-se, em parte, através do projeto Porto Maravilha, que pretende colocar a região portuária num patamar “global”. Estabelecendo na região uma dinâmica de competitividade e lucratividade para além das reais necessidades, o projeto Porto Maravilha coloca a cultura à disposição das cidades, utilizando, como uma das estratégias de atração de empresas e novos moradores, equipamentos culturais e projetos conectados à Economia Criativa.

Trinta anos de Centro Cultural São Paulo (1982 – 2012) no coração da metrópole: cultura e política

Trinta anos de Centro Cultural São Paulo (1982 – 2012) no coração da metrópole: cultura e política

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Este trabalho propõe-se a analisar os antecedentes e os primeiros trinta anos (1982 –
2012) de existência do Centro Cultural São Paulo (CCSP) a partir da política executada pela
Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo (SMC) e alguns dos eventos realizados pela
mesma dentro das dependências do equipamento cultural do Paraíso, na zona Sul da capital
paulista, ao longo deste período temporal.