Teatro Musical Brasileiro na primeira década da Ditadura Militar.

Teatro Musical Brasileiro na primeira década da Ditadura Militar.

Comentários desativados em Teatro Musical Brasileiro na primeira década da Ditadura Militar.

O tema discutido neste trabalho é o teatro musical brasileiro, suas origens e,
principalmente, sua influência durante o período em que os militares estiveram no
poder. Os anos de Ditadura Militar no Brasil foram imprescindíveis para o nascimento
de um novo estilo de teatro no Brasil. As mudanças ocorreram, em especial, no gênero
do teatro musical e foi esse o principal norteador da pesquisa. A censura,
inevitavelmente, tornou-se, também, um objeto de estudo e discussão neste trabalho
pelo fato de ter sido o principal obstáculo dos artistas durante esse período, além de ter
sido algo extremamente influenciador para os resultados finais de cada obra. O público
teatral dividia-se entre os de direita, que eram contrários ao teatro engajado e de
resistência apresentado nessa época, e os de esquerda, que apoiavam essa revolução
artística, e é com essas características divergentes que a crítica da época se embasava.
Essa pesquisa percorre os conceitos de estudiosos sobre o tema e baseia-se em críticas e
textos teatrais da época.

Produção musical (in)dependente – Um estudo sobre o Rock Contemporâneo

Produção musical (in)dependente – Um estudo sobre o Rock Contemporâneo

Comentários desativados em Produção musical (in)dependente – Um estudo sobre o Rock Contemporâneo

O presente trabalho busca entender o conceito de cadeia produtiva da música,
com foco na produção independente e ênfase no segmento de rock. O trabalho irá
analisar o mercado da música e da produção independente como um todo, desde a crise
da indústria musical a partir dos anos 2000, sua modernização com a inserção das novas
tecnologias, o surgimento e a força das gravadoras e artistas independentes no cenário
atual, suas diferentes formas de atuação, as etapas de pré, produção e pós produção, e o
surgimento de uma rede de festivais independentes. Pretende-se criar uma relação de
todos esses fatores com o panorama da produção independente na cidade de Niterói, Rio
de Janeiro.

FICA: UM EVENTO SUSTENTÁVEL? Um estudo de caso baseado na Norma ISO 20.121

FICA: UM EVENTO SUSTENTÁVEL? Um estudo de caso baseado na Norma ISO 20.121

Comentários desativados em FICA: UM EVENTO SUSTENTÁVEL? Um estudo de caso baseado na Norma ISO 20.121

Nesta monografia, trabalhamos os requisitos e problemáticas da Norma ISO 20.121 de Gestão para Sustentabilidade em Eventos, que foi baseada na BS 8901:2007 – Especificações para Sistema de Gestão de Eventos Sustentáveis , tomando como exemplo o FICA (Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental), o qual acontece anualmente em meados de junho ou julho na Cidade de Goiás. Para este estudo também foram usadas como referências, além da Norma ABNT NBR ISO 20121:2012, as teorias sobre eventos de Giacaglia, Martin e Zanella, e as teorias sobre eventos sustentáveis de Jones e da produtora cultural Isa Boechat. A escolha deste tema se deu após um curso sobre Gestão de Eventos Sustentáveis, no qual foram trabalhados os requisitos da Norma e seu conceito de desenvolvimento sustentável.

Arte Contemporânea e Coletivos de Artistas. Apontamentos sobre ações do OPAVIVARÁ!

Arte Contemporânea e Coletivos de Artistas. Apontamentos sobre ações do OPAVIVARÁ!

Comentários desativados em Arte Contemporânea e Coletivos de Artistas. Apontamentos sobre ações do OPAVIVARÁ!

Nesta monografia de conclusão de curso, a arte contemporânea foi abordada na perspectiva de coletivos de artistas, suas relações com a cidade e com o público. Possíveis definições e configurações foram aqui apontadas para composição de grupos de artistas visuais no Brasil e especificamente na cidade do Rio de Janeiro, local importante no sistema de arte nacional e também cidade em que a pesquisadora reside. Um levantamento histórico de alguns coletivos foi feito sendo trazidas as experiências dos coletivos RRRadial, Atrocidades Maravilhosas e Imaginário Periférico, seguidas das duas séries de eventos fundamentais para a compreensão deste circuito – Zona Franca e Orlândia – também por serem espaços coletivos de experimentação de uma primeira geração de artistas deste século XXI. Em seguida, foram levantados alguns dados históricos sobre Grupo UM e Grupo PY, formado por artistas de uma geração posterior aos três primeiros coletivos estudados e que deram origem ao OPAVIVARÁ!, estudo de caso da pesquisa.

O som que Deus criou: análise de distribuição e consumo de música gospel na sociedade evangélica

O som que Deus criou: análise de distribuição e consumo de música gospel na sociedade evangélica

Comentários desativados em O som que Deus criou: análise de distribuição e consumo de música gospel na sociedade evangélica

O trabalho analisa a distribuição e consumo de música gospel, o crescimento do
mercado gospel tanto financeiramente e quanto culturalmente, a importância do produtor
cultural no mercado evangélico e faz refletir a importância que o segmento gospel tem para o
mercado de trabalho do produtor cultural.
A justificativa para voltar à atenção do produtor cultural para este segmento vem da
crescente demanda por profissionais do setor, que deveria acompanhar o crescimento do
mercado consumidor gospel nos últimos dez anos.
O objetivo principal do estudo é como um fenômeno cultural que surgiu nas igrejas e
na fé, pode se tornar mercado de trabalho para profissionais de produção cultural. Em
contraponto, o trabalho mostra a dificuldade de aceitação dos dois lados, evangélicos e
produtores não evangélicos, e como é complicado mudar hábitos até mesmo em meios
acadêmicos.
O trabalho conceitua o que é o segmento gospel sob o ponto de vista sociológico e
religioso, analisa a criação, distribuição e consumo do gospel evangélico, entrevista
produtores musicais e culturais e mostra o que pode ser feito para que um produtor cultural
fora desta área de atuação tenha sua atenção voltada para este mercado.
Ficou claro que o mercado consumidor cresce a cada dia, necessita de profissionais
qualificados, poderia fazer parte de currículos acadêmicos específicos, e precisa superar
preconceitos de ambas as partes (mercado e produtores), para se adequar à realidade do
segmento gospel que já ocupa um lugar muito mais do significativo no mercado fonográfico.

Compartilhando Cultura: Gestão compartilhada e Sistema Municipal de Cultura

Compartilhando Cultura: Gestão compartilhada e Sistema Municipal de Cultura

Comentários desativados em Compartilhando Cultura: Gestão compartilhada e Sistema Municipal de Cultura

O estudo aborda a temática da gestão compartilhada inserida no Sistema Nacional de Cultura. Foca-se no Sistema Municipal de Cultura e nas implicações da gestão compartilhada atreladas a esse, estudando o cotidiano do processo de construção de um Sistema de Cultura e seus desdobramentos, investigando como a gestão compartilhada proposta na cartilha do Sistema Nacional de Cultura se deu em uma experiência concreta – o caso de São Gonçalo – Rio de Janeiro. Anterior à explanação do estudo de caso formulou-se uma base teórica composta por literatura a respeito de política e gestão cultural, gestão compartilhada, gestão pública e participação, cultura política, e a relação destas duas últimas com o assunto cidade/município, além de, especificamente, pesquisar sobre a proposição da gestão compartilhada nos Programa Cultura Viva, Plano Nacional de Cultura e Sistema Nacional de Cultura e as referências necessárias para contextualizar a cidade de São Gonçalo. Compreendeu-se que a gestão compartilhada pode ser considerada adequada para gerir políticas públicas de cultura quando o cenário em que se exercita é favorável para isso, e que as características político-partidárias brasileira podem influenciar no processo de gestão compartilhada de maneira a limitá-la.

ARTECAMINHANDO

ARTECAMINHANDO

Comentários desativados em ARTECAMINHANDO

Este trabalho monográfico observa o ensino atual da aula de arte dentro do ambiente escolar, para abordar questões como arte e conhecimento. Buscando respostas de como deve ser vista e apreendida à arte por nossas crianças. A multidisciplinaridade ocorre? E de que maneira a arte pode contribuir para o desenvolvimento do sujeito.

Antigas estações, novos espaços culturais.

Antigas estações, novos espaços culturais.

Comentários desativados em Antigas estações, novos espaços culturais.

O presente estudo buscou evidenciar um panorama sobre o objeto-conceito
”antigas estações, novos espaços culturais”. As possibilidades de avanço destes
estudos se demonstram variadas, em vista da intersetorialidade imanente às
próprias searas do conhecimento que envolvem o patrimônio cultural. Tratar do
objeto-conceito “antigas estações ferroviárias, novos espaços culturais” é produzir
subsídios para o estabelecimento de diálogo e parcerias entre ativistas,
pesquisadores, gestores culturais em geral; e de forma mais abrangente, entre
poder público, grupos concessionários, entidades civis sem fins lucrativos, e
comunidades afetivas e beneficiárias da premente refuncionalização do patrimônio
ferroviário brasileiro.

Folia em ordem: uma análise do Carnaval de Rua contemporâneo na cidade do Rio de Janeiro

Folia em ordem: uma análise do Carnaval de Rua contemporâneo na cidade do Rio de Janeiro

Comentários desativados em Folia em ordem: uma análise do Carnaval de Rua contemporâneo na cidade do Rio de Janeiro

Tendo os blocos de carnaval da Zona Sul e Centro do Rio de Janeiro como
objeto, buscamos responder às seguintes questões ao longo dos capítulos: por quê e
como se dá a retomada do carnaval de rua na cidade? Qual é a conjuntura desta
retomada? Quais características os blocos apresentam? Eles incorporam elementos de
uma identidade cultural? Como os blocos se relacionam com a cidade do Rio de
Janeiro? E como a cidade dá conta deste fenômeno cultural?

Revista, Broadway e Rio de Janeiro. Desafios e conquistas do mercado contemporâneo dos musicais cariocas

Revista, Broadway e Rio de Janeiro. Desafios e conquistas do mercado contemporâneo dos musicais cariocas

Comentários desativados em Revista, Broadway e Rio de Janeiro. Desafios e conquistas do mercado contemporâneo dos musicais cariocas

O casamento entre música e teatro no Brasil remete diretamente ao teatro de revista, um gênero alegre e irreverente que dominou os palcos cariocas desde o final do século XIX. Sua história encontra eco atualmente no gênero do teatro musical, que desde 2001 vem passando por um grande processo de evolução técnica e artística. Hoje o Rio de Janeiro é um polo na produção de musicais, tendo como grande destaque os espetáculos Tim Maia – Vale Tudo, O Musical, O Mágico de Oz e Rock in Rio – O Musical, todos contemporâneos e ao mesmo tempo tão diferentes entre si. O mercado dos musicais é um terreno fértil de criação e negócios, já alcançou muitas conquistas, mas ainda possui desafios a superar.