PEDRA DO SAL: O resgate da memória africana em um dos berços do samba

PEDRA DO SAL: O resgate da memória africana em um dos berços do samba

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As manifestações culturais de matriz africana, como o samba, vêm sendo
atualmente cada vez mais inseridas na cidade por meio de um intenso movimento de
resgate da cultura popular, como as rodas de samba que acontecem na Pedra do
Sal, que retomam um lugar da cidade tradicionalmente negro e vinculado ao samba.
É inegável, contudo, que as manifestações da cultura negra sejam um reflexo dos
gostos nos dias de hoje. A aproximação entre essa região que historicamente é
negra e afrobrasileira e seus admiradores é notório. É a partir do resgate do
passado, do antigo através da busca por compositores de gerações anteriores que
novos músicos recriam gêneros musicais tradicionais. Através de práticas,
representações, expressões artísticas e da profissionalização constroem as suas
identidades de sambistas. Os consumidores criam um espaço para interação,
sociabilidade e mantém relações sociais. Esse público consumidor recria a figura de
um novo malandro através da manutenção de alguns itens tradicionais na
vestimenta desse personagem e também pela troca e acréscimo de outros. Os
consumidores das rodas de samba da Pedra do Sal criam uma identidade coletiva
por possuírem algumas práticas e valores em comum.

KITSCH FOR DUMMIES : manual de instruções para novos usuários

KITSCH FOR DUMMIES : manual de instruções para novos usuários

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A pesquisa analisa o kitsch, através de estudos de caso. Após seu surgimento, durante
a modernidade, as mudanças comportamentais e artísticas desenvolveram duas classes, e com
elas, dois produtos de consumo: a vanguarda e o kitsch. Porém é na pós-modernidade que ele
tem seu reconhecimento. A estética presente na arte e nas diversas formas de consumo, fazem
parte de um estilo resistente. Este trabalho apropria-se da linguagem de um manual de
instruções; com base nos teóricos Clement Greenberg, Abraham Moles, Hal Foster, Rozalind
Krauss, Marshall Berman, David Harvey, Clara Irazabal e outros, para construir o percurso do
kitsch até os dias atuais.

Será que é só o Tufão que a Carminha manipula?

Será que é só o Tufão que a Carminha manipula?

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O presente trabalho tenta identificar a repetição de discursos nas mídias com o objetivo de criar padrões de comportamento e de consumo. Para isso, se apoia em teorias acerca dos meios de comunicação de massa, do consumo e de análise do discurso, culminando em um estudo de caso que relaciona o discurso presente na novela “Avenida Brasil” com os de revistas, em especial femininas, publicadas no período de exibição da novela.

A moda e a mídia sob a ótica do reality show esquadrão da moda

A moda e a mídia sob a ótica do reality show esquadrão da moda

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O presente trabalho analisa o reality show de transformação Esquadrão da Moda, a partir de um olhar lançado sobre a moda como fenômeno cultural e sobre um estudo dos realities shows, atrelando os sentidos de modernidade e cultura do consumo e midiática, e como eles influenciam as formações de narrativas presentes no programa. O trabalho também busca colocar como essas narrativas acabam por reforçar, alavancadas pela mídia, determinados moldes de padrões sociais, que acabam dividindo os sujeitos em categorias aceitas ou não-aceitas pela sociedade.

A cultura do hiperconsumo no século XXI e os sites de redes sociais – usos e apropriações por consumidores e empresas

A cultura do hiperconsumo no século XXI e os sites de redes sociais – usos e apropriações por consumidores e empresas

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O trabalho faz um estudo sobre o que é cultura de consumo, como ela evoluiu até o estágio do hiperconsumo e a chegada das redes sociais para esse público que acabou por influenciar o consumidor oferecendo a ele maiores possibilidades, acesso a mais informação e mais opções. A sociedade de consumo deixa de consumir a mercadoria por necessidade e passa a adquirí-la por desejo. As redes sociais, como Orkut, Facebook e Twitter, surgem e tornam-se popular entre os indivíduos facilitando e instigando esse desejo de comprar, além de possibilitar o compartilhamento das experiências de outros consumidores. Em meio a esse contexto são criados os sites de compra coletiva que oferecem produtos e serviços com preços bem abaixo do normal que provocam o impulso do consumidor.