UM BUMBA-BOI CARIOCA: Memória e Identidade Maranhense em Parada de Lucas

UM BUMBA-BOI CARIOCA: Memória e Identidade Maranhense em Parada de Lucas

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O presente trabalho traz uma análise sobre a memória e a identidade cultural do grupo Associação Folclórica Bumba-meu-boi Brilho de Lucas, formado por migrantes maranhenses residentes no município do Rio de Janeiro desde as décadas de 1970 e 80. O grupo realiza há mais de 25 anos a festa do bumba-boi no bairro de Parada de Lucas, zona norte da cidade, sempre no período junino. A pesquisa irá analisar os seguintes aspectos: os ancoradouros da memória do grupo em relação à terra natal e a constituição de sua memória coletiva, fundamental para a continuidade da festa e do grupo; a manutenção de uma identidade cultural maranhense na cidade do Rio de Janeiro; a articulação do Brilho de Lucas com outros grupos de migrantes realizadores de manifestações da cultura popular maranhense na cidade.

Memória da dança: importância, registro, preservação e legado

Memória da dança: importância, registro, preservação e legado

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A dança é uma arte efêmera, no momento em que ela se realiza ela também se desfaz, ficando presente somente na memória de quem a presenciou. Este trabalho se objetiva a pesquisar como e por que é importante preservar a memória e a história da dança, detalhando suas formas existentes de registro, mapeando os seus acervos, refletindo sobre como se estabelece a transmissão de seu conhecimento para as gerações futuras e considerando o corpo do bailarino como o principal lugar de memória desta arte.

Reconstrução de um povo chamado Quilombola.

Reconstrução de um povo chamado Quilombola.

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O presente trabalho procura sintetizar o desenvolvimento das políticas públicas para cultura no Brasil e discutir conceitos que participam do dinâmico meio cultural. O objetivo específico do estudo é analisar e refletir o processo de participação de um objeto na ação cultural ponto de cultura, parte primordial do Programa Cultura Viva do Ministério da Cultura. Esta política pública foi implementada na gestão Gilberto Gil/Juca Ferreira (2003-2010). O foco do estudo de caso foi direcionado a uma comunidade negra rural da cidade de Paraty, Rio de Janeiro. A comunidade Campinho da Independência recebeu a titulação de suas terras no ano de 1999 a partir do art. 68 da Constituição Brasileira, o que desencadeou a apropriação da definição de quilombo. Buscou-se analisar os impactos no cotidiano dos sujeitos desta comunidade, suas relações socioculturais e reapropriação de alguns conceitos (entre eles “distâncias”, identidade e memória, visibilidade e reconhecimento).