Compartilhando Cultura: Gestão compartilhada e Sistema Municipal de Cultura

Compartilhando Cultura: Gestão compartilhada e Sistema Municipal de Cultura

Comentários desativados em Compartilhando Cultura: Gestão compartilhada e Sistema Municipal de Cultura

O estudo aborda a temática da gestão compartilhada inserida no Sistema Nacional de Cultura. Foca-se no Sistema Municipal de Cultura e nas implicações da gestão compartilhada atreladas a esse, estudando o cotidiano do processo de construção de um Sistema de Cultura e seus desdobramentos, investigando como a gestão compartilhada proposta na cartilha do Sistema Nacional de Cultura se deu em uma experiência concreta – o caso de São Gonçalo – Rio de Janeiro. Anterior à explanação do estudo de caso formulou-se uma base teórica composta por literatura a respeito de política e gestão cultural, gestão compartilhada, gestão pública e participação, cultura política, e a relação destas duas últimas com o assunto cidade/município, além de, especificamente, pesquisar sobre a proposição da gestão compartilhada nos Programa Cultura Viva, Plano Nacional de Cultura e Sistema Nacional de Cultura e as referências necessárias para contextualizar a cidade de São Gonçalo. Compreendeu-se que a gestão compartilhada pode ser considerada adequada para gerir políticas públicas de cultura quando o cenário em que se exercita é favorável para isso, e que as características político-partidárias brasileira podem influenciar no processo de gestão compartilhada de maneira a limitá-la.

Trinta anos de Centro Cultural São Paulo (1982 – 2012) no coração da metrópole: cultura e política

Trinta anos de Centro Cultural São Paulo (1982 – 2012) no coração da metrópole: cultura e política

Comentários desativados em Trinta anos de Centro Cultural São Paulo (1982 – 2012) no coração da metrópole: cultura e política

Este trabalho propõe-se a analisar os antecedentes e os primeiros trinta anos (1982 –
2012) de existência do Centro Cultural São Paulo (CCSP) a partir da política executada pela
Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo (SMC) e alguns dos eventos realizados pela
mesma dentro das dependências do equipamento cultural do Paraíso, na zona Sul da capital
paulista, ao longo deste período temporal.

Produtor Cultural em formação: tipologia da Graduação e campo profissional no Brasil

Produtor Cultural em formação: tipologia da Graduação e campo profissional no Brasil

1 comentário em Produtor Cultural em formação: tipologia da Graduação e campo profissional no Brasil

Vemos aumentar cada vez mais o número de pesquisas, seminários, congressos, encontros e pesquisadores tratando sobre a formação e capacitação da área cultural no Brasil. Atualmente o país conta com três tipos de graduação na área: tecnólogos, habilitações e bacharelados. A pesquisa se propõe a analisar quais são as diferenças entre essa tipologia existente, quais são as demandas por esse profissional e como está o cenário atual na área. O foco do estudo foi direcionado à região metropolitana da cidade do Rio de Janeiro por possuir os três diferentes tipos de graduação existentes no Brasil. Podemos observar que diversas questões são comuns aos cursos e as respostas para essas questões também são parecidas.
Vimos que boa parte das possíveis soluções que encontramos para os
questionamentos que aparecem em nossa pesquisa perpassam pela união dos atores envolvidos na área e pela busca de cada profissional em sua área específica de interesse.

A influência da Convenção sobre a Diversidade Cultural no Plano Nacional de Cultura Brasileiro

A influência da Convenção sobre a Diversidade Cultural no Plano Nacional de Cultura Brasileiro

Comentários desativados em A influência da Convenção sobre a Diversidade Cultural no Plano Nacional de Cultura Brasileiro

O objeto de análise deste trabalho percorre inicialmente a criação da cláusula da “Exceção Cultural” nos acordos comerciais internacionais sobre a regulamentação dos bens e serviços culturais, sobretudo o cinema, no final do século XX. Em seguida busca compreender a virada semântica do conceito de “Exceção Cultural” para o de “Diversidade Cultural” e as principais medidas propositivas adotadas pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) relacionadas à diversidade cultural que culminaram na Convenção sobre a diversidade cultural, em 2005.
Posteriormente realizamos algumas reflexões sobre as políticas desenvolvidas pelo Ministério da Cultura (MinC), durante o governo do presidente Luis Inácio Lula (2003/2010), para a promoção da diversidade cultural brasileira, influenciadas pelas medidas propositivas da UNESCO, a partir da análise das políticas e programas realizados na Secretária da Identidade e Diversidade Cultural (SID) e das políticas para a diversidade cultural previstas no Plano Nacional de Cultura brasileiro.

Reconstrução de um povo chamado Quilombola.

Reconstrução de um povo chamado Quilombola.

Comentários desativados em Reconstrução de um povo chamado Quilombola.

O presente trabalho procura sintetizar o desenvolvimento das políticas públicas para cultura no Brasil e discutir conceitos que participam do dinâmico meio cultural. O objetivo específico do estudo é analisar e refletir o processo de participação de um objeto na ação cultural ponto de cultura, parte primordial do Programa Cultura Viva do Ministério da Cultura. Esta política pública foi implementada na gestão Gilberto Gil/Juca Ferreira (2003-2010). O foco do estudo de caso foi direcionado a uma comunidade negra rural da cidade de Paraty, Rio de Janeiro. A comunidade Campinho da Independência recebeu a titulação de suas terras no ano de 1999 a partir do art. 68 da Constituição Brasileira, o que desencadeou a apropriação da definição de quilombo. Buscou-se analisar os impactos no cotidiano dos sujeitos desta comunidade, suas relações socioculturais e reapropriação de alguns conceitos (entre eles “distâncias”, identidade e memória, visibilidade e reconhecimento).