Folia em ordem: uma análise do Carnaval de Rua contemporâneo na cidade do Rio de Janeiro

Folia em ordem: uma análise do Carnaval de Rua contemporâneo na cidade do Rio de Janeiro

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Tendo os blocos de carnaval da Zona Sul e Centro do Rio de Janeiro como
objeto, buscamos responder às seguintes questões ao longo dos capítulos: por quê e
como se dá a retomada do carnaval de rua na cidade? Qual é a conjuntura desta
retomada? Quais características os blocos apresentam? Eles incorporam elementos de
uma identidade cultural? Como os blocos se relacionam com a cidade do Rio de
Janeiro? E como a cidade dá conta deste fenômeno cultural?

Políticas Culturais aplicadas nas favelas do Cantagalo e Batan diante da instalação das UPP´s.

Políticas Culturais aplicadas nas favelas do Cantagalo e Batan diante da instalação das UPP´s.

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O presente trabalho pretende abordar as políticas culturais para a juventude nas favelas do Cantagalo/Pavão na Zona sul e Batan na Zona Oeste (ambas situada no Rio de Janeiro) após a implantação das UPPs nesses locais desenvolvendo em primeiro lugar uma recuperação da evolução urbana da cidade do Rio de Janeiro e das favelas demonstrando a hostilidade das elites e do poder às maneiras de morar popular e as contradições entre os diferentes projetos urbanísticos e o descarte desta rica solução de moradia das massas populares. Em segundo lugar analisar como se deu a deflagração do projeto “Agência de Redes para a Juventude” cujo principal objetivo é formar novas lideranças em seis favelas com UPP e ensejar aos jovens entre 18 a 29 anos ferramentas para planejar e moldar o seu futuro como agentes multiplicadores nos seus territórios, através dos projetos de intervenção que terão que desenvolver nas suas comunidades por meio de reuniões realizadas aos sábados com mediadores de cultura e educação nas oficinas de conhecimentos visando desenvolver os temas dos seus projetos como moradores e protagonistas das periferias, segmento que melhor dramatiza a segregação urbana no país, procurou ainda identificar como o problema da periferia vem sendo enfrentados pelas novas políticas públicas que o Estado está programar visando “preparar” a cidade e suas regiões populares para a Copa do mundo de futebol de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016.